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DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO NO TRATAMENTO AUTOMATIZADO DE DADOS PESSOAIS

DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO NO TRATAMENTO AUTOMATIZADO DE DADOS PESSOAIS

A busca pela igualdade de gênero deve ser uma constante. Ela permeia a atuação direta em diversas áreas de pesquisa. No livro Discriminação de Gênero no Tratamento Automatizado de Dados Pessoais, Maria Cristine Lindoso pretende analisar os impactos da discriminação de mulheres no âmbito do desenvolvimento tecnológico e científico. Muitos países vivem hoje a realidade da Quarta Revolução Industrial, em que a automatização, os robôs e o tratamento de dados em massa representam um novo paradigma que interfere diretamente nas escolhas mais cotidianas de diversas pessoas. Contudo, esse novo paradigma se estabeleceu em bases discriminatórias, especialmente em relação às mulheres e outros grupos minoritários, que foram excluídos da produção do conhecimento e prejudicados pela reprodução de estereótipos enganosos, vieses e preconceitos que os levaram à margem do processo de datificação da vida em razão do big data.
A partir disso, a Autora pretende compreender como se construiu um discurso de falsa neutralidade da tecnologia, que prestigia, em verdade, a hegemonia masculina dominante e discrimina, através do tratamento de dados pessoais, mulheres e outros grupos minoritários. O desenvolvimento tecnológico, que foi amplamente difundido como eliminador de barreiras, tem se mostrado como mais um instrumento de reprodução de vieses e preconceitos.

Assim, além de mapear o problema, a Autora se propõe também a refletir sobre soluções - que passam pelo fortalecimento das Leis Gerais de Proteção de Dados e vão até até o manuseio ético da tecnologia - para que a automatização dos mais variados processos decisórios não seja mais uma barreira à igualdade de mulheres.

Prefácio de Ana Frazão


Autora: Maria Cristine Branco Lindoso

Isbn: 9786589351436
Assunto: Direito
Edição: 1ª Edição
Ano: 2021
Pág: 210
Formato: 15,5 x 23, Brochura

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